Thursday, August 27, 2009

CASO RARO:Médicos confirmam " Braço fantasma" num paciente

Médicos da Suíça conseguiram comprovar a existência de um terceiro " braço fantasma" numa mulher que sofreu um derrame. A paciente de 64 anos havia perdido as funções de seu braço esquerdo após o acidente cerebral.
Mas poucos dias depois ela desenvolveu um terceiro membro que ela dizia ver e usar para tocar objectos e até coçar o braço direito.
Usando exames de ressonância magnética, especialistas do Hospital Universitário de Genebra confirmaram que o cérebro da mulher emitia comandos ao braço fantasma e reconhecia suas acções.
A paciente diz que seu novo membro fica à sua esquerda e tem uma cor de leite, "quase transparente".
O neurologista Asaid khabet, chefe da equipa que analisou as imagens cerebrais, disse tratar-se de um caso extremamente raro em que o paciente não somente sente o membro imaginário, como também o vê e movimenta voluntariamente. O médico disse ainda que esta é a primeira vez que se mede a actividade cerebral a partir do contacto com um membro fantasma.
O fenómeno do membro fantasma está normalmente associado com pessoas que sofreram amputação. Segundo cientistas, entre 50% e 80% delas descrevem sensações de tacto e dor na parte retirada.
In jornal noticias,14 de Abril de 2009.

Monday, August 10, 2009

Actividades de formacao


Novembro de 2008. Foi realizado na Unidade da Dor do HCM mais um curso sobre " avaliação e Tratamento da Dor" com duração de 16 horas, dirigido a médicos do HCM e da Cidade de Maputo de diferentes áreas de actividades. Organizado pela Dra Teresa Schwalbach, o mesmo contou com a colaboração da Dra Martine Quesnel. O curso foi repetido no HCB e dirigido pela Dra Teresa Schwalbach.
No mesmo mês, realizou-se um curso sobre " Papel da enfermagem na abordagem da dor" com duração de 6 horas, dirigido a enfermeiros do HCM e de outras Unidades Sanitárias da Cidade de Maputo. A sra Enfermeira Joelle Rivoal orientou o curso.
Os Cursos sobre Avaliação e Tratamento da Dor iniciaram 2007. Estes eventos foram financiados pela Douleurs Sans Frontieres (DSF).